terça-feira, 23 de julho de 2019

Dicas de Redação




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Texto Dissertativo

Texto Dissertativo é um tipo de texto argumentativo e opinativo, uma vez que expõe a opinião sobre determinado assunto ou tema, por meio de uma argumentação lógica, coerente e coesa.


Estrutura do Texto Dissertativo

Introdução: Também chamada de "Tese", nesse momento, o mais importante é expor a ideia central sobre o tema de maneira clara. Importante lembrar que a Introdução é a parte mais importante do texto e por isso deve conter a informações que logo serão desenvolvidas.
Desenvolvimento: Também chamada de "Anti-Tese" ou "Antítese", nessa parte do texto é que se desenvolve a argumentação por meio de opiniões, dados, levantamentos, estatísticas, fatos e exemplos sobre o tema, a fim de que sua tese (ideia central) seja defendida com propriedade.
Conclusão: O próprio nome já supõe que é necessário concluir o texto. Em outras palavras, não deixamos um texto sem concluí-lo e, por isso, esse momento é chamado de "Nova Tese" por ser uma momento de fechamento das ideias, e principalmente da inserção de uma nova ideia, ou seja, uma "nova tese".


Tipos de Dissertação

Existem dois tipos de dissertação: a Dissertação Argumentativa e a Dissertação Expositiva.

Texto Dissertativo Argumentativo

Nessa modalidade, a intenção é persuadir o leitor, convencê-lo de sua tese (ideia central) a partir de coerente argumentação, exemplos, fatos.

Texto Dissertativo Expositivo

É a exposição de ideias, teorias, conceitos sem necessariamente tentar convencer o leitor.


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Exemplos de Texto Dissertativo

Segue abaixo exemplos de trechos de textos dissertativos nas duas modalidades, ou seja, argumentativo e expositivo:



Texto Dissertativo Argumentativo



Autodestruição

  Há tempos a questão da preservação do meio ambiente entrou no dia-a-dia das discussões do mundo inteiro. O excesso de poluição emitida pelas indústrias e automóveis e a devastação das florestas são as principais causas do efeito estufa e finalmente se tornaram motivo de preocupação. Contudo, até agora, os resultados pró-natureza são insignificantes perto dos prejuízos causados a ela.
   Essa diferença tem razões econômicas. Não é simples nem vantajoso uma fábrica que emite grande quantidade de poluentes comprar equipamentos que amenizam tal emissão. O mesmo acontece com automóveis, grandes vilões do ar nas cidades. Segundo reportagens, carros e ônibus velhos poluem quarenta vezes mais do que os novos, e não é por falta de vontade que os donos não os trocam, e sim por falta de dinheiro. Concluímos, então, que o mundo capitalista inviabiliza um acordo com o meio ambiente e, enquanto isso, o planeta adoece.
  Outros problemas é a falta de informação e educação ambiental. Muitas pessoas ainda desconhecem os malefícios do efeito estufa, como, por exemplo, o aumento da temperatura e, como consequência, a intensificação das secas.       Esse desconhecimento somado ao egoísmo e descaso humano trazem-nos uma visão de futuro pessimista. Das poucas pessoas cientes desse problema, muitas não o levam a sério e não tentam mudar suas atitudes buscando uma solução.                          
   Enquanto os efeitos dos nossos atos não atingirem proporções mais danosas, permaneceremos acomodados com a situação, deixando para nossas futuras gerações o dever de “consertar” o meio ambiente.
   A triste conclusão a que chegamos é a de que a prudência e o bom senso do ser humano não são mais fortes que a sua ambição e egoísmo. Estamos destinados a morrer no planeta que matamos. 

Texto Dissertativo Expositivo

Os Relatórios das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre a gestão e desenvolvimento dos recursos hídricos alertam para a preservação e proteção dos recursos naturais do planeta, sobretudo da água. Sendo assim, as estatísticas apontam para uma enorme crise mundial da falta de água a partir de 2025, de forma que atingirá cerca de 3 bilhões de pessoas, e que pode provocar diversos problemas sociais e de saúde pública.
Um dos maiores problemas apresentados pela ONU é a “escassez de água” que já atinge cerca de 20 países no mundo, ou seja, 40% da população do planeta. Os estudos completam que a água doce do planeta está em risco visto as mudanças climáticas registradas nas últimas décadas.




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Erros de Redação

1. Fuga do tema

O estudante deve primeiramente ler com atenção os textos motivadores e compreender a proposta. Manter o foco em torno do tema é o principal desafio, assim, sua abordagem deve ser bem clara.
Portanto, é importante entender bem os limites do tema definido pela proposta de redação para que esse erro não seja cometido.

2. Não planejar em rascunho

Um dos problemas de rasuras nas provas de redação pode ser desencadeado pelo estudante que opta em escrever diretamente na folha final.
Por mais que você seja um grande escritor e esteja certo do que vai escrever sobre o tema, vale a pena colocar tudo no rascunho antes de passar a limpo para o local definitivo. Isso porque, na hora de escrever, você poderá lembrar de mais algum exemplo importante.
Esse “projeto de texto” deve ser elaborado antes contemplando um bom planejamento e organização do que deverá ter na sua redação. Aqui, é importante já pensar no tipo de texto que deverá ser desenvolvido.
Geralmente, o Enem e os vestibulares exigem um texto dissertativo-argumentativo que possui uma estrutura básica: introdução, desenvolvimento e conclusão. Pensando nisso, já separe por tópicos as ideias que entrarão em cada parte.

3. Letra ilegível

Não adianta ter uma ideia boa e apresentar um bom texto se a letra do estudante é ilegível para o avaliador. Para muitos, isso pode não ser importante, mas é essencial para que o leitor do texto compreenda o que está sendo apresentado. Assim, se sua letra não é das melhores, tente nesse momento ter muito cuidado.

4. Texto sem coesão

Um dos principais problemas encontrados nos textos é a falta de coesão textual que serve para obter um bom encadeamento das ideias, das frases e dos parágrafos.
Dessa forma, ela colabora com a textualidade, deixando o texto fluido e proporcionando maior entendimento da ideia defendida.
Os princípios de uma boa coesão são: boa estruturação dos parágrafos, dos períodos e ainda, a referenciação mediada pelo uso de pronomes, advérbios e artigos.
Vale lembrar que o estudante não deverá usá-los de forma indiscriminada, ou seja, o uso excessivo de conectivos também pode ser um problema. Importante também observar que o conhecimento de vários conectivos evitará a repetição dos mesmos.

5. Texto incoerente

A coerência é uma das características mais importantes de um texto bem apresentando. Ela está intimamente relacionada com o contexto e o universo interpretativo da pessoa uma vez que trabalha com a construção do sentido.
Não vale, portanto, escrever algo que você tenha dúvida. Assim, se não tem certeza de alguma coisa, é melhor que isso fique fora do seu texto, pois um texto coerente demonstra os conhecimentos e a organização do estudante.

6. Cometer erros de português

Uma das principais competências dos estudantes que escrevem um texto deve ser o uso da língua padrão formal. Com isso, deve-se evitar desvios gramaticais, erros ortográficos, falta de acentuação e pontuação.
Aqui, vale observar quais são suas maiores dificuldades, como as palavras que costuma escrever com erros, para que o estudo seja mais direcionado. Portanto, se a dúvida maior são questões de ortografia como o uso do s e ss, foque nisso.

7. Escrever períodos muito longos

Um dos grandes problemas dos estudantes é não ter cuidado com a pontuação nas frases. Períodos muito longos, por exemplo, dificultam o entendimento do leitor e mesmo, geram confusões.
Alguns problemas identificados nos textos de estudantes que usam frases muito longas são os erros de concordância, além de apresentarem períodos com ambiguidade.
Sendo assim, uma boa dica é ler o texto e ver se os parágrafos, as frases e os períodos estão compreensíveis.
Não se intimide em quebrar o período se for necessário, pois o importante é que o texto seja entendido pelo leitor. Para a quebra de parágrafos, utilize os conectivos que encadearão melhor as ideias no texto.



8.Uso da linguagem informal

O uso da linguagem informal ou coloquial é um erro muito grande que o candidato deve evitar. Como exemplo, podemos citar o uso de expressões populares no meio do texto. Esse recurso só deverá ser utilizado se o foco for esse mesmo.
Assim, nesse momento de produção de texto, deixe o contexto informal de lado e se concentre na linguagem formal e cuidada.
Certifique-se de que o seu texto não apresenta erros de concordância, frases ambíguas, palavras abreviadas, etc.

9. Texto com ambiguidades

A ambiguidade é um problema recorrente nas redações e que surge por descuido de muitos estudantes. Trata-se de uma duplicação de sentidos a qual reúne mais de uma interpretação. Portanto, ela torna o texto confuso e dificulta o entendimento do leitor.
·        Ex: A menina disse à colega que sua mãe havia chegado.

10. Entregar outro tipo de texto que não seja o solicitado

A tipologia textual é de suma importância para o desenvolvimento correto da proposta de redação. Assim, entenda primeiro qual o tipo de texto que deverá ser produzido: narrativo, descrito, dissertativo, carta, etc.
Se o tipo de texto não estiver de acordo com o que foi pedido, a sua prova poderá ser anulada. No Enem, geralmente o tipo de texto é dissertativo-argumentativo. No entanto, há provas em que o estudante pode escolher qual tipo de texto redigir.
Cada um possui características singulares que devem ser seguidas. Um texto dissertativo-argumentativo reúne o tema, a tese, os argumentos e a proposta de intervenção. Já um texto narrativo, possui personagens inseridos num tempo e espaço específico. Aqui, o estudante pode também optar por um discurso direto, com o uso de travessões.

11. Texto sem argumentação

Nada mais importante do que defender seu ponto de vista num texto do tipo dissertativo-argumentativo. O próprio nome já indica que a argumentação é uma parte importante do texto. Assim, o texto deverá apresentar claramente a defesa do ponto de vista.
Após a leitura dos textos motivadores, o estudante deve pensar quais argumentos irá defender, bem como os quais irá refutar. Aqui, a defesa do ponto de vista objetiva convencer o leitor e pode ser mais consistente mediante a apresentação de dados, fatos, pesquisas, etc.
Em resumo, os argumentos auxiliarão na defesa do ponto de vista escolhido como a tese. Evite assim, as generalizações e o senso comum que denotam uma superficialidade da argumentação.

12. Escrever na primeira pessoa do singular

Um erro crasso cometido pelos estudantes é escrever a redação em primeira pessoa do singular. Pessoalizar o texto é um erro muito grande e que com certeza diminuirá sua nota final.
Sendo assim, o texto dissertativo-argumentativo deve ser feito na terceira pessoa do singular ou plural. Mesmo quando você for defender seu ponto de vista utilize os pronomes adequados. Aqui, você deve evitar o uso da primeira pessoa do singular, bem como marcas que identificam a segunda pessoa do singular e do plural (você, seu, sua, teu, tua, etc.).

13. Entregar o texto sem conclusão

Não tem nada mais decepcionante para um avaliador do que ler um texto inconclusivo. A finalização da redação é tão importante quanto sua introdução. Nessa parte final do texto, o estudante deverá apresentar uma proposta de intervenção que contemple tudo o que foi defendido ao longo do texto.
Assim, a conclusão é o fechamento das ideias que deve ser acompanhado de soluções para os problemas destacados.

14. Não fazer uma revisão final

Quando terminar de escrever a redação na folha final, é muito importante fazer a leitura atenta do texto. O objetivo principal é verificar se não existe falta de pontuação ou erros de ortografia.
Esse momento de revisão é essencial para a entrega de uma redação bem cuidada. A verificação do título, das frases, palavras e da estrutura básica do texto, pode valer pontos a mais. Para isso, o aluno deverá utilizar o tempo permitido, deixando alguns minutos para a revisão final.
A melhor maneira de não exceder o limite do tempo previsto é treinar toda a semana produzindo uma redação. Você pode selecionar duas horas de um dia da semana para produzir um texto utilizando alguns exemplos de provas anteriores do Enem ou de outros vestibulares.

15. Entregar a redação a lápis

Há estudantes que entregam a redação a lápis, porque escrevem antes dessa maneira, para depois passar a caneta por cima do que foi escrito. Essa é uma maneira de observar o limite das linhas de acordo com a letra do candidato.
No entanto, alguns acabam excedendo o tempo e entregando a redação a lápis. Mas isso é um grande erro, pois ela deve ser entregue a caneta.

16. Ultrapassar o limite de linhas

O estudante nunca deverá ultrapassar o limite oferecido na prova. Geralmente, a redação pode ser feita em 30 linhas. Isso justifica a importância de ter um rascunho prévio onde o candidato poderá ter noção do tamanho do texto e não ter problemas com o espaço permitido


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Coesão e Coerência

Coerência

A coerência é uma característica muito importante do texto e está intimamente relacionada à significação do tecido textual.
Por isso, devemos levar em consideração os três princípios básicos para que um texto seja coerente:
Princípio da Não Contradição (ideias que se contradizem);
Princípio da Não Tautologia (repetição excessiva de palavras ou ideias);
Princípio da Relevância (textos que não se relacionam).
É a relação lógica entre as ideias de um texto, fazendo com que umas complementem as outras e não se contradigam. Com isso, forma um "todo" significativo, que é o texto.

Coesão

Do verbo coerir, ou seja, unir, ligar, a coesão do texto está pautada na utilização correta dos conectivos.
Muito importante lembrar que um texto não é um emaranhado de frases e, por este motivo, a coesão é uma característica fundamental para tornar o texto coesivo. Ela é a conexão harmoniosa entre as partes do texto, do parágrafo e da frase.
São muitos os conectivos de um texto e sua utilização dependerá da ideia a ser transmitida.
Há conectivos de prioridade, tempo, semelhança, condição, adição, dúvida, ênfase, surpresa, esclarecimento, lugar, conclusão, finalidade, causa e consequência, explicação, oposição ou ideias alternativas.
Estes elementos coesivos estabelecem a conexão entre os termos. São eles: Conjunções,Pronomes,Advérbios e Preposições


Revisão:


Conjunções Coordenativas





Tipos
Conjunções
Exemplos
Aditivas
e, mas ainda, mas também, nem...
Gosta de chocolate, mas também de vegetais.
Adversativas
contudo, entretanto, mas, não obstante, no entanto, porém, todavia...
Correu muito, no entanto não consegui chegar.
Alternativas
já…, já…, ou, ou…, ou…, ora…, ora…, quer…, quer…
Não ouvia ou fingia não ouvir.
Conclusivas
assim, então, logo, pois (depois do verbo), por conseguinte, por isso, portanto...
Farei todos os exercícios, logo terei bom desempenho.
Explicativas
pois (antes do verbo), porquanto, porque, que...
Venci porque sou a melhor cozinheira.










Conjunções Subordinativas


Tipos
Conjunções
Exemplos
Causais
Porque, pois, porquanto, como (no sentido de porque), pois que, por isso que, á que, uma vez que, visto que, visto como, que
Estava bem porque dormi.
Concessivas
Embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, bem que, se bem que , apesar de que, nem que, que.
Embora ficasse calma, sempre tremia.
Condicionais
Se, caso, quando, conquanto que, salvo se, sem que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que.
Se tivesse viva, não a reconheceria.
Conformativas
Conforme, como (no sentido de conforme), segundo, consoante.
Aflita como coração de mãe.
Finais
Para que, a fim de que, porque (no sentido de que), que.
É tarde para que reverta o estrago.
Proporcionais
À medida que, ao passo que, à proporção que, enquanto, quanto mais... (no sentido de mais), quanto mais... (no sentido de tanto mais), quanto mais... (no sentido de menos), quanto menos... (no sentido de menos), quanto menos... (no sentido de tanto menos), quanto menos (no sentido de mais), quanto menos (tanto mais).
Não gostava de João, quanto mais de Margarida.
Temporais
Quando, antes que, depois que, até que, logo que, sempre que, assim que, desde que, todas as vezes que, cada vez que, apenas, mal, que (desde que).
Desaprovou o comportamento do marido assim que soube do acontecimento.
Comparativas
Que, do que (usado depois de mais, menos, maior, menor, melhor, pior)
Qual (usado depois de tal)
As ideias chegavam como entrega rápida.
Consecutivas
Que (precedido de tão, tal, tanto), De modo que, De maneira que
Os fatos eram tão inusitados que tentou escapar.
Integrantes
que e se.
A verdade é que te adoro.




Preposições

Tipos e Exemplos de Preposições
Preposição de lugar: O navio veio de São Paulo.
Preposição de modo: Os prisioneiros eram colocados em fila.
Preposição de tempo: Por dois anos ele viveu aqui.
Preposição de distância: A cinco quilômetros daqui passa uma estrada.
Preposição de causa: Com a seca, o gado começou a morrer.
Preposição de instrumento: Ele cortou a árvore com o machado.
Preposição de finalidade: A praça foi enfeitada para a festa.



Advérbios





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Pronomes



 Pronomes pessoais: subdividem-se em pronomes pessoais do caso reto, pronomes pessoais oblíquos e pronomes pessoais de tratamento;
♦ Pronomes possessivos: indicam relação de posse, algo que pertence a uma das pessoas do discurso. São eles: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas, seu, sua, seus, suas;
♦ Pronomes demonstrativos: indicam posicionamento, o lugar de um ser em relação a uma das três pessoas gramaticais. São eles: este, esta, estes, estas, isto, esse, essa, esses, essas, isso, aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo. Palavras que podem atuar como pronomes demonstrativos: o, a, os, as, mesmo, mesma, mesmos, mesmas, próprio, própria, próprios, próprias, tal, tais, semelhante, semelhantes;
♦ Pronomes interrogativos: são utilizados para interrogar, isto é, para formular perguntas de modo direto ou indireto. São eles: que, quem, qual, quais, quanto, quanta, quantos, quantas;
♦ Pronomes relativos: são empregados para retomar um substantivo (ou um pronome) anterior a eles, substituindo-o no início da oração seguinte. São eles: que, quem, onde, o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos, quantas;