Texto Dissertativo
O Texto Dissertativo é um tipo de texto argumentativo e opinativo, uma vez
que expõe a opinião sobre determinado assunto ou tema, por meio de uma
argumentação lógica, coerente e coesa.
Estrutura do Texto Dissertativo
Introdução: Também
chamada de "Tese", nesse momento, o mais importante
é expor a ideia central sobre o tema de maneira clara. Importante lembrar que a
Introdução é a parte mais importante do texto e por isso deve conter a
informações que logo serão desenvolvidas.
Desenvolvimento: Também chamada de "Anti-Tese" ou "Antítese", nessa parte do texto é que se
desenvolve a argumentação por meio de opiniões, dados, levantamentos,
estatísticas, fatos e exemplos sobre o tema, a fim de que sua tese (ideia
central) seja defendida com propriedade.
Conclusão: O próprio
nome já supõe que é necessário concluir o texto. Em outras palavras, não
deixamos um texto sem concluí-lo e, por isso, esse momento é chamado de "Nova Tese" por ser uma momento de fechamento
das ideias, e principalmente da inserção de uma nova ideia, ou seja, uma
"nova tese".
Tipos de Dissertação
Existem dois tipos de
dissertação: a Dissertação Argumentativa e a Dissertação Expositiva.
Texto Dissertativo Argumentativo
Nessa modalidade, a intenção é
persuadir o leitor, convencê-lo de sua tese (ideia central) a partir de
coerente argumentação, exemplos, fatos.
Texto Dissertativo Expositivo
É a exposição de ideias, teorias, conceitos sem
necessariamente tentar convencer o leitor.
Exemplos de Texto Dissertativo
Segue abaixo exemplos de
trechos de textos dissertativos nas duas modalidades, ou seja, argumentativo e
expositivo:
Texto Dissertativo Argumentativo
Autodestruição
Há tempos a questão da preservação do meio
ambiente entrou no dia-a-dia das discussões do mundo inteiro. O excesso de
poluição emitida pelas indústrias e automóveis e a devastação das florestas são
as principais causas do efeito estufa e finalmente se tornaram motivo de
preocupação. Contudo, até agora, os resultados pró-natureza são insignificantes
perto dos prejuízos causados a ela.
Essa diferença tem razões econômicas. Não é simples nem vantajoso uma fábrica que emite grande quantidade de poluentes comprar equipamentos que amenizam tal emissão. O mesmo acontece com automóveis, grandes vilões do ar nas cidades. Segundo reportagens, carros e ônibus velhos poluem quarenta vezes mais do que os novos, e não é por falta de vontade que os donos não os trocam, e sim por falta de dinheiro. Concluímos, então, que o mundo capitalista inviabiliza um acordo com o meio ambiente e, enquanto isso, o planeta adoece.
Outros problemas é a falta de informação e educação ambiental. Muitas pessoas ainda desconhecem os malefícios do efeito estufa, como, por exemplo, o aumento da temperatura e, como consequência, a intensificação das secas. Esse desconhecimento somado ao egoísmo e descaso humano trazem-nos uma visão de futuro pessimista. Das poucas pessoas cientes desse problema, muitas não o levam a sério e não tentam mudar suas atitudes buscando uma solução.
Essa diferença tem razões econômicas. Não é simples nem vantajoso uma fábrica que emite grande quantidade de poluentes comprar equipamentos que amenizam tal emissão. O mesmo acontece com automóveis, grandes vilões do ar nas cidades. Segundo reportagens, carros e ônibus velhos poluem quarenta vezes mais do que os novos, e não é por falta de vontade que os donos não os trocam, e sim por falta de dinheiro. Concluímos, então, que o mundo capitalista inviabiliza um acordo com o meio ambiente e, enquanto isso, o planeta adoece.
Outros problemas é a falta de informação e educação ambiental. Muitas pessoas ainda desconhecem os malefícios do efeito estufa, como, por exemplo, o aumento da temperatura e, como consequência, a intensificação das secas. Esse desconhecimento somado ao egoísmo e descaso humano trazem-nos uma visão de futuro pessimista. Das poucas pessoas cientes desse problema, muitas não o levam a sério e não tentam mudar suas atitudes buscando uma solução.
Enquanto os efeitos dos nossos atos não
atingirem proporções mais danosas, permaneceremos acomodados com a situação,
deixando para nossas futuras gerações o dever de “consertar” o meio ambiente.
A triste conclusão a que chegamos é a de que a prudência e o bom senso do ser humano não são mais fortes que a sua ambição e egoísmo. Estamos destinados a morrer no planeta que matamos.
A triste conclusão a que chegamos é a de que a prudência e o bom senso do ser humano não são mais fortes que a sua ambição e egoísmo. Estamos destinados a morrer no planeta que matamos.
Texto Dissertativo Expositivo
Os Relatórios das Organizações
das Nações Unidas (ONU) sobre a gestão e desenvolvimento dos recursos hídricos
alertam para a preservação e proteção dos recursos naturais do planeta,
sobretudo da água. Sendo assim, as estatísticas apontam para uma enorme crise
mundial da falta de água a partir de 2025, de forma que atingirá cerca de 3
bilhões de pessoas, e que pode provocar diversos problemas sociais e de saúde pública.
Um dos maiores problemas
apresentados pela ONU é a “escassez de água” que já atinge cerca de 20 países
no mundo, ou seja, 40% da população do planeta. Os estudos completam que a água
doce do planeta está em risco visto as mudanças climáticas registradas nas
últimas décadas.
Erros de Redação
1. Fuga do tema
O estudante deve primeiramente
ler com atenção os textos motivadores e compreender a proposta. Manter o foco
em torno do tema é o principal desafio, assim, sua abordagem deve ser bem
clara.
Portanto, é importante entender
bem os limites do tema definido pela proposta de redação para que esse erro não
seja cometido.
2. Não planejar em rascunho
Um dos problemas de rasuras
nas provas de redação pode ser desencadeado pelo estudante que opta em escrever
diretamente na folha final.
Por mais que você seja um
grande escritor e esteja certo do que vai escrever sobre o tema, vale a pena
colocar tudo no rascunho antes de passar a limpo para o local definitivo. Isso
porque, na hora de escrever, você poderá lembrar de mais algum exemplo
importante.
Esse “projeto de texto” deve
ser elaborado antes contemplando um bom planejamento e organização do que
deverá ter na sua redação. Aqui, é importante já pensar no tipo de texto que
deverá ser desenvolvido.
Geralmente, o Enem e os
vestibulares exigem um texto dissertativo-argumentativo que possui uma
estrutura básica: introdução, desenvolvimento e conclusão. Pensando nisso, já
separe por tópicos as ideias que entrarão em cada parte.
3. Letra ilegível
Não adianta ter uma ideia boa
e apresentar um bom texto se a letra do estudante é ilegível para o avaliador.
Para muitos, isso pode não ser importante, mas é essencial para que o leitor do
texto compreenda o que está sendo apresentado. Assim, se sua letra não é das
melhores, tente nesse momento ter muito cuidado.
4. Texto sem coesão
Um dos principais problemas
encontrados nos textos é a falta de coesão textual que serve para obter um bom
encadeamento das ideias, das frases e dos parágrafos.
Dessa forma, ela colabora com
a textualidade, deixando o texto fluido e proporcionando maior entendimento da
ideia defendida.
Os princípios de uma boa
coesão são: boa estruturação dos parágrafos, dos períodos e ainda, a
referenciação mediada pelo uso de pronomes, advérbios e artigos.
Vale lembrar que o estudante
não deverá usá-los de forma indiscriminada, ou seja, o uso excessivo de
conectivos também pode ser um problema. Importante também observar que o
conhecimento de vários conectivos evitará a repetição dos mesmos.
5. Texto incoerente
A coerência é uma das
características mais importantes de um texto bem apresentando. Ela está
intimamente relacionada com o contexto e o universo interpretativo da pessoa
uma vez que trabalha com a construção do sentido.
Não vale, portanto, escrever
algo que você tenha dúvida. Assim, se não tem certeza de alguma coisa, é melhor
que isso fique fora do seu texto, pois um texto coerente demonstra os
conhecimentos e a organização do estudante.
6. Cometer erros de português
Uma das principais
competências dos estudantes que escrevem um texto deve ser o uso da língua
padrão formal. Com isso, deve-se evitar desvios gramaticais, erros
ortográficos, falta de acentuação e pontuação.
Aqui, vale observar quais são
suas maiores dificuldades, como as palavras que costuma escrever com erros,
para que o estudo seja mais direcionado. Portanto, se a dúvida maior são
questões de ortografia como o uso do s e ss, foque nisso.
7. Escrever períodos muito longos
Um dos grandes problemas dos
estudantes é não ter cuidado com a pontuação nas frases. Períodos muito longos,
por exemplo, dificultam o entendimento do leitor e mesmo, geram confusões.
Alguns problemas identificados
nos textos de estudantes que usam frases muito longas são os erros de
concordância, além de apresentarem períodos com ambiguidade.
Sendo assim, uma boa dica é
ler o texto e ver se os parágrafos, as frases e os períodos estão
compreensíveis.
Não se intimide em quebrar o
período se for necessário, pois o importante é que o texto seja entendido pelo
leitor. Para a quebra de parágrafos, utilize os conectivos que encadearão
melhor as ideias no texto.
8.Uso da linguagem informal
O uso da linguagem informal ou
coloquial é um erro muito grande que o candidato deve evitar. Como exemplo,
podemos citar o uso de expressões populares no meio do texto. Esse recurso só
deverá ser utilizado se o foco for esse mesmo.
Assim, nesse momento de
produção de texto, deixe o contexto informal de lado e se concentre na
linguagem formal e cuidada.
Certifique-se de que o seu
texto não apresenta erros de concordância, frases ambíguas, palavras
abreviadas, etc.
9. Texto com ambiguidades
A ambiguidade é um problema
recorrente nas redações e que surge por descuido de muitos estudantes. Trata-se
de uma duplicação de sentidos a qual reúne mais de uma interpretação. Portanto,
ela torna o texto confuso e dificulta o entendimento do leitor.
·
Ex: A menina disse à
colega que sua mãe havia chegado.
10. Entregar outro tipo de texto que não seja o solicitado
A tipologia textual é de suma
importância para o desenvolvimento correto da proposta de redação. Assim,
entenda primeiro qual o tipo de texto que deverá ser produzido: narrativo,
descrito, dissertativo, carta, etc.
Se o tipo de texto não estiver
de acordo com o que foi pedido, a sua prova poderá ser anulada. No Enem,
geralmente o tipo de texto é dissertativo-argumentativo. No entanto, há
provas em que o estudante pode escolher qual tipo de texto redigir.
Cada um possui características
singulares que devem ser seguidas. Um texto dissertativo-argumentativo reúne o
tema, a tese, os argumentos e a proposta de intervenção. Já um texto
narrativo, possui personagens inseridos num tempo e espaço específico. Aqui, o
estudante pode também optar por um discurso direto, com o uso de travessões.
11. Texto sem argumentação
Nada mais importante do que
defender seu ponto de vista num texto do tipo dissertativo-argumentativo. O
próprio nome já indica que a argumentação é uma parte importante do texto.
Assim, o texto deverá apresentar claramente a defesa do ponto de vista.
Após a leitura dos textos
motivadores, o estudante deve pensar quais argumentos irá defender, bem como os
quais irá refutar. Aqui, a defesa do ponto de vista objetiva convencer o leitor
e pode ser mais consistente mediante a apresentação de dados, fatos, pesquisas,
etc.
Em resumo, os argumentos
auxiliarão na defesa do ponto de vista escolhido como a tese. Evite assim, as
generalizações e o senso comum que denotam uma superficialidade da
argumentação.
12. Escrever na primeira pessoa do singular
Um erro crasso cometido pelos
estudantes é escrever a redação em primeira pessoa do singular. Pessoalizar o
texto é um erro muito grande e que com certeza diminuirá sua nota final.
Sendo assim, o texto
dissertativo-argumentativo deve ser feito na terceira pessoa do singular ou
plural. Mesmo quando você for defender seu ponto de vista utilize os pronomes adequados.
Aqui, você deve evitar o uso da primeira pessoa do singular, bem como marcas
que identificam a segunda pessoa do singular e do plural (você, seu, sua, teu,
tua, etc.).
13. Entregar o texto sem conclusão
Não tem nada mais
decepcionante para um avaliador do que ler um texto inconclusivo. A finalização
da redação é tão importante quanto sua introdução. Nessa parte final do texto,
o estudante deverá apresentar uma proposta de intervenção que contemple tudo o
que foi defendido ao longo do texto.
Assim, a conclusão é o fechamento
das ideias que deve ser acompanhado de soluções para os problemas destacados.
14. Não fazer uma revisão final
Quando terminar de escrever a
redação na folha final, é muito importante fazer a leitura atenta do texto. O
objetivo principal é verificar se não existe falta de pontuação ou erros
de ortografia.
Esse momento de revisão é
essencial para a entrega de uma redação bem cuidada. A verificação do título,
das frases, palavras e da estrutura básica do texto, pode valer pontos a mais.
Para isso, o aluno deverá utilizar o tempo permitido, deixando alguns minutos
para a revisão final.
A melhor maneira de não
exceder o limite do tempo previsto é treinar toda a semana produzindo uma
redação. Você pode selecionar duas horas de um dia da semana para produzir um
texto utilizando alguns exemplos de provas anteriores do Enem ou de outros
vestibulares.
15. Entregar a redação a lápis
Há estudantes que entregam a
redação a lápis, porque escrevem antes dessa maneira, para depois passar a
caneta por cima do que foi escrito. Essa é uma maneira de observar o limite das
linhas de acordo com a letra do candidato.
No entanto, alguns acabam
excedendo o tempo e entregando a redação a lápis. Mas isso é um grande erro,
pois ela deve ser entregue a caneta.
16. Ultrapassar o limite de linhas
O estudante nunca deverá
ultrapassar o limite oferecido na prova. Geralmente, a redação pode ser feita
em 30 linhas. Isso justifica a importância de ter um rascunho prévio onde o
candidato poderá ter noção do tamanho do texto e não ter problemas com o espaço
permitido
Coesão e Coerência
Coerência
A coerência é uma
característica muito importante do texto e está intimamente relacionada à significação
do tecido textual.
Por isso, devemos levar em
consideração os três princípios básicos para que um texto seja coerente:
Princípio da Não Contradição (ideias
que se contradizem);
Princípio da Não Tautologia (repetição
excessiva de palavras ou ideias);
Princípio da Relevância (textos
que não se relacionam).
É a relação lógica entre
as ideias de um texto, fazendo com que umas complementem as outras e não se
contradigam. Com isso, forma um "todo" significativo, que é o texto.
Coesão
Do verbo coerir, ou seja,
unir, ligar, a coesão do texto está pautada na utilização correta dos
conectivos.
Muito importante lembrar que
um texto não é um emaranhado de frases e, por este motivo, a coesão é uma
característica fundamental para tornar o texto coesivo. Ela é a conexão
harmoniosa entre as partes do texto, do parágrafo e da frase.
São muitos os conectivos de um
texto e sua utilização dependerá da ideia a ser transmitida.
Há conectivos de prioridade,
tempo, semelhança, condição, adição, dúvida, ênfase, surpresa, esclarecimento,
lugar, conclusão, finalidade, causa e consequência, explicação, oposição ou
ideias alternativas.
Estes elementos coesivos
estabelecem a conexão entre os termos. São eles: Conjunções,Pronomes,Advérbios e Preposições
Revisão:
Conjunções Coordenativas
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Tipos
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Conjunções
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Exemplos
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Aditivas
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e, mas ainda, mas também, nem...
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Gosta de chocolate, mas também de vegetais.
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Adversativas
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contudo, entretanto, mas, não obstante, no entanto,
porém, todavia...
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Correu muito, no entanto não consegui chegar.
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Alternativas
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já…, já…, ou, ou…, ou…, ora…, ora…, quer…, quer…
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Não ouvia ou fingia não ouvir.
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Conclusivas
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assim, então, logo, pois (depois do verbo), por
conseguinte, por isso, portanto...
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Farei todos os exercícios, logo terei bom desempenho.
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Explicativas
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pois (antes do verbo), porquanto, porque, que...
|
Venci porque sou a melhor cozinheira.
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Conjunções Subordinativas
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Tipos
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Conjunções
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Exemplos
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Causais
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Porque, pois, porquanto, como (no sentido de porque),
pois que, por isso que, á que, uma vez que, visto que, visto como, que
|
Estava bem porque dormi.
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Concessivas
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Embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, bem
que, se bem que , apesar de que, nem que, que.
|
Embora ficasse calma, sempre tremia.
|
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Condicionais
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Se, caso, quando, conquanto que, salvo se, sem que, dado
que, desde que, a menos que, a não ser que.
|
Se tivesse viva, não a reconheceria.
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Conformativas
|
Conforme, como (no sentido de conforme), segundo,
consoante.
|
Aflita como coração de mãe.
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Finais
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Para que, a fim de que, porque (no sentido de que), que.
|
É tarde para que reverta o estrago.
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Proporcionais
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À medida que, ao passo que, à proporção que, enquanto,
quanto mais... (no sentido de mais), quanto mais... (no sentido de tanto
mais), quanto mais... (no sentido de menos), quanto menos... (no sentido de
menos), quanto menos... (no sentido de tanto menos), quanto menos (no sentido
de mais), quanto menos (tanto mais).
|
Não gostava de João, quanto mais de Margarida.
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Temporais
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Quando, antes que, depois que, até que, logo que, sempre
que, assim que, desde que, todas as vezes que, cada vez que, apenas, mal, que
(desde que).
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Desaprovou o comportamento do marido assim
que soube do acontecimento.
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Comparativas
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Que, do que (usado depois de mais, menos, maior, menor,
melhor, pior)
Qual (usado depois de tal)
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As ideias chegavam como entrega rápida.
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Consecutivas
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Que (precedido de tão, tal, tanto), De modo que, De
maneira que
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Os fatos eram tão inusitados que tentou
escapar.
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Integrantes
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que e se.
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A verdade é que te adoro.
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Preposições
Tipos e Exemplos de Preposições
Preposição de lugar: O navio veio de São
Paulo.
Preposição de modo: Os prisioneiros eram
colocados em fila.
Preposição de tempo: Por dois anos ele viveu
aqui.
Preposição de distância: A cinco quilômetros
daqui passa uma estrada.
Preposição de causa: Com a seca, o gado
começou a morrer.
Preposição de instrumento: Ele cortou a árvore com o
machado.
Preposição de finalidade: A praça foi enfeitada para a
festa.
Advérbios

Pronomes
Pronomes pessoais: subdividem-se em pronomes pessoais do caso reto, pronomes pessoais oblíquos e pronomes pessoais de tratamento;
♦ Pronomes possessivos: indicam relação de posse, algo que pertence a uma das pessoas do discurso. São eles: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas, seu, sua, seus, suas;
♦ Pronomes demonstrativos: indicam posicionamento, o lugar de um ser em relação a uma das três pessoas gramaticais. São eles: este, esta, estes, estas, isto, esse, essa, esses, essas, isso, aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo. Palavras que podem atuar como pronomes demonstrativos: o, a, os, as, mesmo, mesma, mesmos, mesmas, próprio, própria, próprios, próprias, tal, tais, semelhante, semelhantes;
♦ Pronomes interrogativos: são utilizados para interrogar, isto é, para formular perguntas de modo direto ou indireto. São eles: que, quem, qual, quais, quanto, quanta, quantos, quantas;
♦ Pronomes relativos: são empregados para retomar um substantivo (ou um pronome) anterior a eles, substituindo-o no início da oração seguinte. São eles: que, quem, onde, o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos, quantas;